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História da SBEF

- 1968 - 1973

Primeira Diretoria Executiva
Mandato de 11.07.1968 a 19.07.1973
Presidente LUIZ MISTI ROSA LOBO
Primeiro Vice-Presidente HERVAL DE SOUZA JUNIOR
Segundo Vice-Presidente SEBASTIÃO MOREIRA FERREIRA DA SILVA
Secretário-Geral ALCINA LOBO
Primeiro Secretário EVALDO TELLES DE CARVALHO
Segundo Secretário NELSON VENTURIM
Tesoureiro Geral GUALTER DE MOURA ALVES
Primeiro Tesoureiro SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO
Segundo Tesoureiro ALCINA LOBO
Diretor de Patrimônio LUIZ MARCELO AGUIAS SANS
Conselho Deliberativo
Efetivos Suplentes
REINALDO DE JESUS ARAUJO JOSÉ GABRIEL LELIS
VAGNER PEREIRA PINTO
JOSÉ LIVIO GOMIDE HERMINIO GAWA
RENATO MAURO BRANDI  
JOSÉ SALES MARIANO DA ROCHA  
HERCIO PEREIRA LADEIRA  
OSVALDO FERREIRA VALENTE  
ROBERTO DA SILVA RAMALHO  


Reunião de 11 e 12 de julho de 1968 da qual resultou a fundação da SBEF.
Mesa diretora dos trabalhos, da direita para a esquerda:
Sebastião Moreira Ferreira da Silva - Presidente da Sociedade Mineira de Engenheiros Florestais
Sebastião do Amaral Machado - Presidente da Associação Paranaense de Engenheiros Florestais
Oswaldo Ferreira Valente - Professor da Escola de Viçosa
Herval de Souza Junior - Vice-Presidente da primeira Diretoria da SBEF
Hercio Pereira Ladeira - Professor da Escola de Viçosa.

 
A Transamazônica
Trecho da Transamazônica em 1997.

O final da década de 1960 foi um tempo difícil, pois o país vivia uma quase guerra civil entre a direita e a esquerda; enquanto esta promovia atentados e guerrilhas, aquela usava parte das forças de segurança para medidas ilegais como a tortura visando deter qualquer oposição. Emblemática foi a tentativa frustada de usar o serviço de resgate da FAB para atirar lideres oposicionistas no mar (caso PARASAR). No aspecto econômico o período foi, entretanto, de euforia, a idéia era “desbravar” as partes verdes ainda intocadas do país. “Integrar para não Entregar” era o lema do governo. Preocupações ambientais ainda eram incipientes e uma floresta, como a amazônica, valia, para muitos, mais como lenha do que floresta. Neste quadro não muito promissor para associações civis foi fundada a SBEF em 11/07/1968, na cidade de Belo Horizonte.

Presidente Médici
Emílio Garrastazú Médici - Presidente no período militar.
 
- 1973 – 1975


Na SBEF houve uma renovação dos seus quadros dirigentes por assembléia geral, desta vez em Curitiba.

Engenheiro Florestal Fernando Santos Herkenhoff, presidente da Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais.

Diretoria eleita na Primeira Assembléia Geral Extraordinária, 19.07.1973 em Curitiba.
Mandato de 19.07.1973 a 15.11.1975
Presidente FERNANDO SANTOS HERKENHOFF
Prim.Vice-Pres. SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO
Seg. Vice-Pres. SILVIO PELLICO NETTO
Secretário Geral ALCEU FRANCESCHI BERTOLLI
Prim. Sec. RAUL D´ALMEIDA GONÇALVES
Tesoureiro Geral JOÃO CARLOS ZANATTA
Prim. Tes. JOSÉ ALBERTO NOGUEIRA
Conselho Fiscal  
Titulares
Suplentes
LUIZ CARLOS SCHNEIDER UWE KOTTER
JURACY CORDEIRO DA SILVA FERNANDO BRUGIM
JOSÉ MARIA DE OLIVEIRA MACHADO ANTONIO CARLOS DUDA
CAETANO ANTONIO VIVACQUA  
RONAN FIGEUEIREDO VIEIRA  
ELISEU LACERDA  
FREDERICO REISSMANN  

Em 24.10.1974 na cidade de Viçosa - MG - ocorreu a primeira reunião do Conselho Deliberativo sendo aprovados o segundo Estatuto, o Regimento Interno do Conselho Fiscal, Regimento Interno das Eleições e o Regimento Interno da Diretoria Executiva .

 
Plantação de eucaliptus, hoje paisagem rural típica.
Uma plantanção de eucaliptus já é parte da paisagem rural brasileira.

Em 1973 os árabes e os israelenses entraram mais uma vez em guerra, os primeiros com o apoio da URSS e os últimos municiados pelos EUA e seus aliados da OTAN. Contrafeitos pelo apoio do ocidente a Israel e derrotados no campo militar os árabes iniciaram o embargo do petróleo contra o ocidente, o petróleo se tornou uma arma política, o que fez seu preço quadruplicar. No Brasil, então bastante dependente de importações de óleo, os efeitos foram graves na economia, provocando uma corrida para fontes alternativas de energia, aí incluída a bio-massa. A idéia de usar florestas como fonte para produção de lenha, carvão vegetal e álcool metílico, além do seu uso para produção de celulose levou o governo a conceder incentivos fiscais para empresas de reflorestamento, as quais pipocaram em todo o país, algumas de olho apenas no incentivo, outras, porém com projetos sérios e de longo prazo. Disso resultou extensa área coberta de espécies exóticas como o pinus e o eucalipto, mudando completamente a paisagem rural de certas áreas do país e fornecendo matéria prima para o que é hoje a nossa competitiva indústria de celulose, produto importante na pauta nas exportações.

Riocell, às margens do lago Guaíba
Uma fábrica de celulose
 
- 1975 – 1978

Diretoria eleita em Vitória - ES
Mandato: 15.11.1975 a 01.07.1978
Presidente LUIZ CARLOS SCHNEIDER
Primeiro Vice-Presidente JOSÉ ALBERTO NOGUEIRA
Segundo Vice- Presidente ALCEU FRANCESCHI BERTOLLI
Secretário Geral NILTO MELQUIADES DA SILVA
Primeiro Secretário JOSÉ OSCAR BIBAS
Tesoureiro Geral WALDEMAR CAPRILLIONI JUNIOR
Primeiro Tesoureiro LUIZ ANTONIO MOTA NUNES DE MELLO
Conselho Fiscal
Titulares Suplentes
FERNANDO SANTOS HERKENHOFF CAETANO ANTONIO VIVACQUA
BURKARD BERENDTS EMILIO ROTTA
JOSÉ GERALDO DE ARAUJO CARNEIRO ANTONIO CARLOS COSTA
JOÃO CARLOS ZANATTA  
AMAURI SIMIONI  
JACOMO PUTTI  
ANTONIO CARLOS COSTA  
Conselho Deliberativo
MANOEL FRANCISCO MOREIRA - AGEF
JOSÉ GERALDO RIVELLI
MAGALHÃES - SMEF
JOSÉ CARLOS RAMOS - APAEF
LUIZ CARLOS SCHNEIDER - APEF
EVARISTO DE MOURA TEREZO - APEFAM
JOSÉ SGRANCIO FILHO - ACEF - ES
   
 
gmelina arborea, usada no Projeto Jari
Gmelina Arborea, frustada no projeto Jari.

Na década de 70 algo unia a esquerda e a direita brasileira: ambas eram contra o Projeto Jarí, na Amazônia Brasileira, que previa a produção de celulose a partir de florestas de gmelinas arbóreas trazidas da Ásia. O que derrotou, entretanto, o projeto foi o voluntarismo e até o amadorismo com que foram tomadas as principais decisões estratégicas, por exemplo: demorou quinze anos para se descobrir que a gmelina, na Amazônia, rendia apenas um terço do que rende o eucalipto em outras regiões do Brasil, para fins de produção de celulose.
No plano político, enquanto Ernesto Geisel conduzia com mão-de-ferro a distensão política rumo à abertura, os engenheiros florestais reunidos em Vitória – ES – na segunda Assembléia Geral Extraordinária elegiam nova Diretoria.

Geisel, o presidente da distensão
Ernesto Geisel, o general da distensão.
 

- 1978 - 1982

Diretoria eleita de Brasília na Terceira Assembleia Geral Extraordinária em 01.07.1978.
Mandato: 01.07.1978 a 27.10.1980
Presidente JOSÉ REINALDO MAFFIA
Prim. Vice-Pres. ELEAZAR VOLPATO
Seg. Vice-Pres. OROMAR DARLAN DO PINHO TAVARES
Secretário Geral VICENTE PONGETORI GIFONI MOURA
Prim. Sec. JOÃO CARLOS NEDEL
Tesoureiro Geral FERNANDO CARVALHO DA SILVA
Prim. Tes. JOSÉ MAURICIO DE SOUZA
Conselho Fiscal
Titulares  
PAULO LOPES VIANA  
JOSÉ LUIZ VIVAS  
DELANO CARLOS DE SOUZA  
GALO LEONIDAS TOBAR VILLACIS  
ROBERTO LUIZ CASER  
SERGIO ANTONIO COMASTRI  
MARCELO XAVIER  
CARLOS RIBEIRO DOS SANTOS  
Conselho Deliberativo
JURACY CORDEIRO DA SILVA - APEF
CESARIO MASHAO KISE - SMEF
THEOPHILO SOARES SOUZA LIMA NETO -APAEF
CIRO PINHEIRO RAMALHO - ACEF (ES)
OROMAR DARLAN DE PINHO TAVARES - AEFDF

Em 27.10.1980 por ocasião da segunda reunião do Conselho Deliberativo determinou-se a transferência da sede da SBEF para Brasília.

Diretoria com mandato de 27.10.1980 a 11.12.1982
Presidente JOSÉ REINALDO MAFFIA
Prim. Vice-Pres. OROMAR DARLAN DE PINHO TAVARES
Seg. Vice-Pres. JOSÉ CARLOS NEDEL
Secretário Geral JOESIO DEOCLESIO PIERIM SIQUEIRA
Prim. Sec. ANA LUIZA FAGUNDES SALOMÃO
Tesoureiro Geral MANOEL MOREIRA NETO
Prim. Tes. SONIA DANTAS
Conselho Fiscal
Titulares  Suplentes
OSÉ CEZARIO MENEZES DE BARROS  JOLDES MUNIZ FERREIRA
MARIO CAPP FILHO  VICENTE PONGETORI GIFONI MOURA
LAURO LEAL  ELEAZAR VOLPATO
MARCELO DUNCAN A. GUIMARÃES  
JOSÉ LUIZ VIVAS  
FERNANDO CARVALHO DA SILVA  
JOSÉ AUGUSTO FARIAS SILVA  
   
Conselho Deliberativo
RAIMUNDO AUGUSTO NUNES DA SILVA - APEFAM
LUIZ DA COSTA VIEIRA NETO - ASMEF
ELIZEU DE SOUZA BAENA - APAEF
CARLOS ANTONIO DUDA - APEF
JOSÉ CARLOS DE CARVALHO - SMEF
JOESIO DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA - APEF
JOSÉ OSCAR BIBAS - APEF
GIUSEPPI BERT - APAEF
MANOEL DE FREITAS - APAEF
SEBASTIÃO DA ROCHA VIEIRA - ASMEF
EDWALDO PEREIRA - APEFAM
ARMANDO CARVALHO PINHEIRO - APEFAM
MARCELO DUNCAN ALENCAR GUIMARÃES - AEFDF
JOSÉ BATUIRA DE ASSIS - SMEF
ITALINO BORSATTO - AGEF

 
Queimada
Na década de 80 as grandes queimadas na Amazônia causaram repercussão negativa mundial.

Junto com o fim do período militar administrado de forma às vezes melancólica pelo presidente Figueiredo houve uma corrente de questionamentos represados. Ao mesmo tempo em se fundavam novas agremiações políticas, como o Partido dos Trabalhadores, a sociedade era cada vez mais refratária a políticas de desenvolvimento a qualquer custo. Ser ecologicamente correto passou a fazer parte dos hábitos do cidadão comum. Esta nova mentalidade contribuiu positivamente para o papel do engenheiro florestal na sociedade brasileira, pois se para derrubar uma floresta é preciso apenas alguns “madeireiros”; para conservá-las e transformar sua exploração numa atividade econômica sustentável é preciso bem mais. Cresceu assim a responsabilidade das ciências florestais para o desenvolvimento do país.

Uma das tantas fichas do DOPS
O suspeito de subversão número 12.712 segundo o DOPS paulista.
 


- 1982 – 1987


Diretorias da SBEF no período:

Mandato: 11.12.1982 a 23.11.1984
Presidente JOESIO DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA
Prim. Vice-Pres JOÃO CARLOS NEDEL
Seg. Vioce- Pres. JOSÉ CARLOS DE CARVALHO
Secretário Geral THEOPHILO SOARES LIMA NETTO
Prim. Sec, PAULO LOPES VIANA
Tesoureiro Geral FRANCISCO NEVES CARVALHO
Prim. Tes. WILLI SCHMIDT
Conselho Fiscal  
Efetivos Suplentes
MARCELO XAVIER CESARIO MASHAO KISE
ANTONIO JOSÉ COSTA WILIAM WENDT FARACO
FREITAS GUIMARÃES HERMES JANUZZI
SEBASTIÃO DA ROCHA VIEIRA  
SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO  
ROBERTO SAMANEZ MERCADO
LAÉRCIO AIRES DOS SANTOS  
FERNANDO RIBEIRO DE MIRANDA  
Conselho Deliberativo
LUIZ CARLOS SCHNEIDER - APEF
JOSÉ FRANCISCO GUERRA DA SILVA - APAEF
CARLOS ADOLFO BANTEL -APAEF
LUIZ DA COSTA VIEIRA - ASEF
ANTONIO JOSÉ DA COSTA FREITAS GUIMARÃES - APEFAM
IVAN DANTAS MESQUITA MARTINS - APEFERJ
LUIZ ERNESTO GRILLO ELESBÃO - AGEF
EMERSON TEIXEIRA - AREF
MARCELO XAVIER - AEFDF
RANDOLF ZACHOW - AEFA (AM)
JOSÉ BATUIRA DE ASSIS - SMEF
JOSÉ CARLOS CARVALHO - SMEF
JAIME ANTONIO UBIALLI - AMEF
HERMES JANUZZI - AEFDF


Mandato 23.11.1984 a 05.06.1987
Eleição: eleita em Brasília pelo Conselho Deliberativo.
Presidente CARLOS MARX RIBEIRO CARNEIRO
Prim. Vice- Pres. PAULO LOPES VIANA
Seg. Vice- Pres. JOSÉ BATUIRA DE ASSIS
Secretário Geral PAULO SERGIO DE SOUZA COELHO
Prim. Sec. LUIZ CARLOS SCHNEIDER
Tesoureiro Geral HERMES JANUZZI
Prim. Tes. NEWTON DUQUE ESTRADA BARCELLOS
Conselho Fiscal  
Efetivos Suplentes
CARLOS ADOLFO BANTEL MARIZA TEREZINHA PEREIRA
CELIO PAIVA DOS SANTOS FILHO JEANINE MARIA FERFILE
MARIO DE MATOS MENGARELLI CYRO PINHEIRO RAMALHO
JOSÉ GERALDO RIVELLI MAGALHÃES  
FERNANDO DOS SANTOS HERKENHOFF  
LUIZ GOES FILHO  
Conselho Deliberativo  
LUIZ CARLOS SCHNEIDER - APEF
JOSÉ BATUIRA DE ASSIS - SMEF
ENNIO MARCUS BRANDÃO FONSECA - SMEF
RONALDO DORNELES - AGEF
LUCIANO PIZZATO – APEF (PR)
PAULO ROBERTO CORDEIRO - APEF (PR)
SIDNEY CARLOS SABBAG - ASEF
ANTONIO CARLOS N. DE OLVEIRA - AEFDF
MARCELO XAVIER - AEFDF
PERICLES BAICERE SCHMIDT - AMEF
DANIEL NOGUEIRA MCHADO - AREF
LAERCIO AIRES DOS SANTOS - AEFAP
JUDENOR FERNANDES FILGUEIRAS - APEF (PB)
RICARDO DA SILVA PEREIRA - APEFERJ
ANTONIO CARLOS FLORES - APEFERJ

Em 25.11.1986 na cidade de Olinda, por ocasião da Quinta Reunião do Conselho Deliberativo, tratou-se sobre a transfeência da data das eleições para a Diretoria da Endidade.

 
Produção de mudas de espécies nativas por uma empresa que explora ferrovias
Produção de mudas de espécie nativa pela empresa responsável pela ferrovia Norte-Sul.

Figueiredo vai embora pelos fundos, Tancredo morre e José Sarney assume. A prioridade nacional passa a ser uma nova constituição e para isso se convoca uma assembléia nacional constituinte. A consciência ecológica continua evoluindo e empresas amplamente visadas pelos movimentos de preservação mudam suas táticas, agora contratam profissionais para, numa espécie de mea culpa ambiental, criarem parques temáticos naturais e áreas de preservação. "Parques ecológicos" abundam ao lado de fábricas de celulose e empresas químicas mudam suas logomarcas, a maioria adotando o verde como cor preferida. Campanhas de distribuição de mudas e sementes de árvores nativas são freqüentes. Propaganda ou não, a boa imagem e os dividendos, de uma empresa agora também dependem de sua política ambiental.

Ulysses posa com a Constiuição de 1988.
Ulysses Guimarães, o presidente da Assembléia Nacional Constituinte.
A Ferrovia Norte-Sul, iniciada no governo Sarney, corta  área com grande potencial de desenvolvimento florestal.
A Ferrovia Norte-Sul em um dos seus trechos concluídos.
 


- 1987 - 1993

Em 13.03.1987, em Brasília, ocorreu a sexta reunião do Conselho Deliberativo, com a aprovação do quarto estatuto. A novidade maior foi o estabelecimento de eleições diretas para a Diretoria da SBEF. Não poderia ser de outra forma, afinal toda uma geração de estudantes, agora profissionais, havia participado da campanha das “Diretas Já” para a Presidência da República e qualquer outra forma de pensar soava como antidemocrática.
O Conselho Deliberativo presente para tomar esta decisão foi:

Conselho Deliberativo - 1987
SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO - APEF(PR)
JOSÉ FRANCISCO GUERRA DA SILVA - APAEF
JOAQUIM CARLOS GONÇALEZ -AEFDF
RICARDO DA SILVA PEREIRA – APEFERJ

Na primeira eleição com voto direto os 718 votantes elegeram Joaquim Carlos Gonçalvez para presidente.

Diretoria Executiva Mandato: até 03.07.1989
Presidente JOAQUIM CARLOS GONÇALEZ
Prim. Vice- Pres. JOSÉ REINALDO MAFFIA
Seg. Vice- Pres RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO
Secretário Geral NEWTON JORDÃO ZERBINI
Prim. Secr. CESARIO MASHAO KISE
Tesoureiro Geral ELEAZAR VOLPATO
Prim. Tes. ANA LUIZA FAGUNDES ELESBÃO
Conselho Fiscal  
Efetivo Suplentes
CARLOS ADOLFO BANTEL CARLOS ANTONIO DUDA
VITOR CARLOS KANIAK PERICLES BAICERE SCHMIDT
LUIS CARLOS CARDOSO VALE ALCIONE CARVALHO MARIA CAVALCANTI

Em 1987 a SBEF filia-se a SOCIEDADE
INTERNACIONAL TROPICAL DE ENGENHEIROS FLORESTAIS e 1998 ocorre a criação da SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIENCIA E TECNOLOGIA FLORESTAL.

Após o registro de um quinto estatuto, em 08.03.1989, dão-se novas eleições, desta vez com um número significativamente menor de eleitores (237) em relação ao primeiro pleito.

Diretoria Executiva e Conselho Fiscal mandato de 03.07.1989 a 12.07.1991
Presidente ELEAZAR VOLPATO
Prim. Vice- Pres. RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO
Seg. Vice- Pres. CARLOS FRANCISCO ROSETT
Secretário Geral PERICLES BAICERE SCHMIDT
Prim. Sec MARCELO DUNCAN ALENCAR GUIMARÃES
Tesoureiro Geral ANA LUISA FAGUNDES SALOMÃO
Prim. Tes. ADALBERTO DA COSTA MEIRA
FILHO
Conselho Fiscal  
Efetivos Suplentes
RICARDO DA SILVA PEREIRA CARLOS ADOLFO BANTEL
ROBERTO TUYOSHI HOSOKAWA JOSÉ REINALDO MAFFIA
JOEL DOS SANTOS GOMES RENATO MOREIRA DE FARIA

Em 24.10.1990 ocorre o registro do Sexto Estauto da Entidade

Diretoria Executiva e
Conselho Fiscal
mandato de 12.07.1991 a 22.09.1993
eleição : 25.05.1991 diretas com 311 eleitores
Presidente LUIZ CARLOS HERDE
Prim. Vice Pres CARLOS FRANCISCO ROSETTI
Seg. Vice Pres. DECIO HUNGRIA LOBO
Secretário Geral JOSÉ REINALDO MAFFIA
Prim. Sec. PERICLES BAICERE SCHMIDT
Tesoureiro Geral ROBERTO ALBETINI ILLANA
Prim. Tes. ELEAZAR VOLPATO
Conselho Fiscal  
Titulares Suplentes
SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO VIRGILIO MAURICIO VIANA
JOSE FRANCISCO GUERRA DA SILVA MARCILIO CARON
JAIR FERREIRA DA CRUZ CARLOS ADOLFO BANTEL
Conselho Deliberativo
SERGIO MARCONDES CARDOSO -SMEF
HILDEBRANDO DE MIRANDA FLOR - AEFDF
ORENIL DE ANDRADE - AMEF
ADEMIR CAMARA LOPES - AEFES
EVALDO MUNHOZ BRAS - AAEF
ALANA CANDEIA DE MELO - APEF (PB)
BENJAMIN DUARTE - ASEF
ERIDES CAMPOS - AEFEG

 
A Constituição de 1988.
Capa de uma das edições oficiais da Constituição de 1988.

A nova constituição com o capítulo VI do Título VIII (Da Ordem Social) ganha um espaço inteiramente dedicado ao meio ambiente, sendo a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica transformadas em patrimônio nacional, conforme §4° do artigo 225.

Fernando Collor de Mello.
Collor de Mello, para muitos um embuste.

No final da década de 80 o interesse popular por participação política estava um pouco arrefecido e no vácuo da falta de debates sérios “caçadores de marajás” ganhavam a imprensa. Promessas de “reconstrução nacional” conquistaram o apoio de uma população, para a qual, ter uma apenas "leis modernas" não era o suficiente. Houve a guinada nacional para a nova direita e Fernando Collor de Mello foi sufragado Presidente da República. Na área ambiental o país passou pela experiência de ter um ativista do movimento ambiental, José Lutzemberguer, elevado a posição de ministro do meio ambiente.

Passeata na Av. Rio Branco Rio pede a saída de Collor.
Passeata contra Collor
A experiência com Collor e sua equipe na gestão dos dinheiros públicos revelou-se um pesadelo: O primeiro presidente eleito pelo voto direto depois de mais de trinta anos de eleições indiretas fica preso à teias de acusações sem fim de corrupção. Acusado até pelo próprio irmão e eventual sócio, perde o apoio popular. A jovem democracia brasileira passa por um duro teste e após mobilização popular o Congresso afasta Collor, assumindo, seu vice, o Engenheiro Itamar Franco.
 


- 1993 - dias atuais

Diretoria Executiva e Conselho Fiscal mandato de 22.09.1993 a 24.10.1995
Eleição 16.09.1993 - - Eleições diretas com 342 eleitores
Presidente CARLOS FRANCISCO ROSETTI
Prim. Vice Pres. LUIZ CARLOS HERDE
Seg. Vice Pres. VITOR CARLOS KANIAK
Secretário Geral AUGUSTA ROSA GONÇALVES
Prim. Sec NEWTON JORDÃO ZERBINI
Tesoureiro Geral ROSANA DE CARVALHO CRISTO MARTINS
Prim. Tes. ELEAZAR VOLPATO
Conselho Fiscal  
Titulares Suplentes
ANTONIO CAROS
REBOUÇAS LINS
DIMAS AGOSTINHO DA
SILVA
JOESIO
DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA
ROLF FELIX
JENICHEN GIESELER
JORGE
FLORENTINO COELHO DE SOUZA
JOSÉ
REINALDO MAFFIA


Diretoria Executiva e Conselho mandato de 24.10.1995 a termino não documentado
Presidente RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO
Prim. Vice Pres. CARLOS FRANCISCO ROSETTI
Seg. Vice Pres. SERGIO MARCONDES CARDOSO
Secretário Geral JOSÉ REINALDO MAFFIA
Prim. Sec. PERICLES BAICERE SCHMIDT
Tesoureiro Geral NEWTON JORDÃO ZERBINI
Prim. Tes JORGE FLORENTINO COELHO DE SOUZA
Conselho Fiscal
Titulares Suplentes
RICARDO DA SILVA PEREIRA ELEAZAR VOLPATO
ANTONIO CARLOS HUMMEL JOESIO DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA
ANTONIO CARLOS REBOUÇAS LINS LUIZ CARLOS HERDE

Em 06.09.1996 ocorre o registro do sétimo estatuto da entidade, não existindo atualmente registro ou documentação da diretoria de 1997 a 1998, sabendo entretanto que a mesma foi presidida pelo eng. RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO.

Diretoria Executiva e Conselho Fiscal Mandato de 10.10.2000 a 30.08.2002
10.10.2000 em Brasiia - Homologação das eleições com 260 eleitores
Presidente CARLOS ADOLFO BANTEL
Prim. Vice Pres IVAN DANTAS MESQUITA MARTINS
Seg. Vice Pres MARCELO AIUB DE MELLO
Secretário Geral JOSÉ FRANCISCO GUERRA DA SILVA
Prim. Sec. JOÃO PAULO DE MELLO RODRIGUES SARMENTO
Tesoureiro Geral DECIO HUNGRIA LOBO
Prim. Tes. ANA LUCIA NUNES FIALHO
Conselho Fiscal  
Titulares Suplentes
CRISTINA GERBER JOÃO JOSÉ ROBERTO LEAL DA SILVA
SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO MARCELO MORES
JOSÉ GERALDO MAGEST ECIO RODRIGUES

Em 28.08.2002 em Brasilia - Aprovação do Nono Estatuto

Conselho Deliberativo
JORGE SILVANO SILVEIRA - SEFARGS
OSVALDO A.R. SANTOS - ASEF
ALVARO GARCIA- AEFES
JOSÉ ROBERTO AGUIAR JORDÃO - APAEF
FERNANDO CASTANHEIRA NETO - AEFDF
MARCELO CARVALHO MIRANDA - APEFEBA
LEONARDO OLIVEIRA - SOSEF
GILBERTO FERRETTI - ACEF
CALOS ALBERTO VANOLLI - APEF
LUIZ CARLOS SÉRVULO DE AQUINO - APEFERJ

Fato Notável: em 22.11.2002 , computados os votos , houve o comparecimento de 626 eleitores, o dobro em relação aos números verificados anteriormente.

Diretoria Executiva e Conselho Fiscal mandato de 27.11.2002 a 31.05.2006
Presidente CARLOS ADOLFO BANTEL
Primeiro Vice-Presidente GERALDO
JOSÉ DOS SANTOS
Seg. Vice Pres. ANGELO
RAFAEL GRECO
Secretário Geral CESAR AUGUSTO GUIMARÃES FINGER
Primeiro Secretário ERICH GOMES SCHAITZA
Tesoureiro Geral DECIO HUNGRIA LOBO
Primeiro Tesoureiro JOEL MAURO MAGALHÃES
Conselho Fiscal  
Titulares Suplentes
PERICLES BAICERE SCHMIDT DAGOBERTO STEIN DE QUADROS
MARY JANE BRANDÃO DE ALMEIDA ALESSANDRA LISITA
JOSÉ GERALDO MAGEST PAULO SERGIO SILVA SOUTO

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Com Itamar Franco o país consegue realizar uma das suas metas históricas: o combate à inflação, no qual os três governos anteriores haviam fracassado. O plano Real realiza a estabilização econômica, detendo a inflação, porém a insistência em manter artificialmente a paridade dentre o real e o dólar norte-americano causa sérios prejuízos à agricultura e indústrias nacionais.
O sucesso do plano real possibilita a eleição e a reeleição de Fernando Henrique Cardoso, ministro de Itamar Franco, e agora, "pai do real". Outro aspecto a considerar é a consolidação do Mercosul e a posição do Brasil como liderança setorial independente e às vezes oposta às posições norte-americanas

Itamar e FHC
Itamar Franco e seu sucessor Fernando Henrique Cardoso.

Em 2002, FHC, impossibilitado de concorrer para um terceiro mandato, não logra êxito em eleger seu candidato e ministro José Serra. O vencedor é Lula, com uma aliança de partidos de esquerda e centro, tendo como vice José de Alencar, o empresário líder do Partido Liberal. A campanha, a transmissão do cargo e a posse se dão sem maiores sobressaltos e um sindicalista e um empresário são Presidente e Vice da República.

Lula e José de Alencar.
Presidente Lula e seu vice José de Alencar.
 
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