História da SBEF |
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1968 - 1973
| Primeira
Diretoria Executiva |
| Mandato de 11.07.1968 a 19.07.1973
|
| Presidente |
LUIZ MISTI ROSA LOBO |
| Primeiro Vice-Presidente |
HERVAL DE SOUZA JUNIOR |
| Segundo Vice-Presidente |
SEBASTIÃO MOREIRA FERREIRA DA SILVA |
| Secretário-Geral |
ALCINA LOBO |
| Primeiro Secretário |
EVALDO TELLES DE CARVALHO |
| Segundo Secretário |
NELSON VENTURIM |
| Tesoureiro Geral |
GUALTER DE MOURA ALVES |
| Primeiro Tesoureiro |
SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO |
| Segundo Tesoureiro |
ALCINA LOBO |
| Diretor de Patrimônio |
LUIZ MARCELO AGUIAS SANS |
| Conselho Deliberativo
|
| Efetivos |
Suplentes |
| REINALDO DE JESUS ARAUJO |
JOSÉ GABRIEL LELIS
VAGNER PEREIRA PINTO |
| JOSÉ LIVIO GOMIDE |
HERMINIO GAWA |
| RENATO MAURO BRANDI |
|
| JOSÉ SALES MARIANO DA ROCHA |
|
| HERCIO PEREIRA LADEIRA |
|
| OSVALDO FERREIRA VALENTE |
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| ROBERTO DA SILVA RAMALHO |
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Reunião de 11 e 12 de julho de
1968 da qual resultou a fundação da SBEF.
Mesa diretora dos trabalhos, da direita para a esquerda:
Sebastião Moreira Ferreira da Silva - Presidente da
Sociedade Mineira de Engenheiros Florestais
Sebastião do Amaral Machado - Presidente da Associação
Paranaense de Engenheiros Florestais
Oswaldo Ferreira Valente - Professor da Escola de Viçosa
Herval de Souza Junior - Vice-Presidente da primeira Diretoria
da SBEF
Hercio Pereira Ladeira - Professor da Escola de Viçosa.
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| Trecho da Transamazônica em 1997.
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O final da década de 1960
foi um tempo difícil, pois o país vivia uma
quase guerra civil entre a direita e a esquerda; enquanto
esta promovia atentados e guerrilhas, aquela usava parte das
forças de segurança para medidas ilegais como
a tortura visando deter qualquer oposição. Emblemática
foi a tentativa frustada de usar o serviço de resgate
da FAB para atirar lideres oposicionistas no mar (caso PARASAR).
No aspecto econômico o período foi, entretanto,
de euforia, a idéia era “desbravar” as
partes verdes ainda intocadas do país. “Integrar
para não Entregar” era o lema do governo. Preocupações
ambientais ainda eram incipientes e uma floresta, como a amazônica,
valia, para muitos, mais como lenha do que floresta. Neste
quadro não muito promissor para associações
civis foi fundada a SBEF em 11/07/1968, na cidade de Belo
Horizonte.
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| Emílio Garrastazú
Médici - Presidente no período militar.
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- 1973 – 1975
Na SBEF houve uma renovação
dos seus quadros dirigentes por assembléia geral, desta
vez em Curitiba.
Engenheiro Florestal Fernando Santos Herkenhoff, presidente
da Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais.
| Diretoria eleita na Primeira
Assembléia Geral Extraordinária, 19.07.1973
em Curitiba. |
| Mandato de 19.07.1973 a 15.11.1975
|
| Presidente |
FERNANDO SANTOS HERKENHOFF |
| Prim.Vice-Pres. |
SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO |
| Seg. Vice-Pres. |
SILVIO PELLICO NETTO |
| Secretário Geral |
ALCEU FRANCESCHI BERTOLLI |
| Prim. Sec. |
RAUL D´ALMEIDA GONÇALVES |
| Tesoureiro Geral |
JOÃO CARLOS ZANATTA |
| Prim. Tes. |
JOSÉ ALBERTO NOGUEIRA |
| Conselho Fiscal |
|
| Titulares |
Suplentes |
| LUIZ CARLOS SCHNEIDER |
UWE KOTTER |
| JURACY CORDEIRO DA SILVA |
FERNANDO BRUGIM |
| JOSÉ MARIA DE OLIVEIRA MACHADO |
ANTONIO CARLOS DUDA |
| CAETANO ANTONIO VIVACQUA |
|
| RONAN FIGEUEIREDO VIEIRA |
|
| ELISEU LACERDA |
|
| FREDERICO REISSMANN |
|
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Em 24.10.1974 na cidade de Viçosa
- MG - ocorreu a primeira reunião do Conselho Deliberativo
sendo aprovados o segundo Estatuto, o Regimento Interno do
Conselho Fiscal, Regimento Interno das Eleições
e o Regimento Interno da Diretoria Executiva .
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| Uma plantanção de eucaliptus
já é parte da paisagem rural brasileira.
|
Em 1973 os árabes e os
israelenses entraram mais uma vez em guerra, os primeiros
com o apoio da URSS e os últimos municiados pelos EUA
e seus aliados da OTAN. Contrafeitos pelo apoio do ocidente
a Israel e derrotados no campo militar os árabes iniciaram
o embargo do petróleo contra o ocidente, o petróleo
se tornou uma arma política, o que fez seu preço
quadruplicar. No Brasil, então bastante dependente
de importações de óleo, os efeitos foram
graves na economia, provocando uma corrida para fontes alternativas
de energia, aí incluída a bio-massa. A idéia
de usar florestas como fonte para produção de
lenha, carvão vegetal e álcool metílico,
além do seu uso para produção de celulose
levou o governo a conceder incentivos fiscais para empresas
de reflorestamento, as quais pipocaram em todo o país,
algumas de olho apenas no incentivo, outras, porém
com projetos sérios e de longo prazo. Disso resultou
extensa área coberta de espécies exóticas
como o pinus e o eucalipto, mudando completamente a paisagem
rural de certas áreas do país e fornecendo matéria
prima para o que é hoje a nossa competitiva indústria
de celulose, produto importante na pauta nas exportações.
|
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1975 – 1978
| Diretoria eleita em Vitória
- ES |
| Mandato: 15.11.1975 a 01.07.1978
|
| Presidente |
LUIZ CARLOS SCHNEIDER |
| Primeiro Vice-Presidente |
JOSÉ ALBERTO NOGUEIRA |
| Segundo Vice- Presidente |
ALCEU FRANCESCHI BERTOLLI |
| Secretário Geral |
NILTO MELQUIADES DA SILVA |
| Primeiro Secretário |
JOSÉ OSCAR BIBAS |
| Tesoureiro Geral |
WALDEMAR CAPRILLIONI JUNIOR |
| Primeiro Tesoureiro |
LUIZ ANTONIO MOTA NUNES DE MELLO |
| Conselho Fiscal
|
| Titulares |
Suplentes |
| FERNANDO SANTOS HERKENHOFF |
CAETANO ANTONIO VIVACQUA |
| BURKARD BERENDTS |
EMILIO ROTTA |
| JOSÉ GERALDO DE ARAUJO CARNEIRO |
ANTONIO CARLOS COSTA |
| JOÃO CARLOS ZANATTA |
|
| AMAURI SIMIONI |
|
| JACOMO PUTTI |
|
| ANTONIO CARLOS COSTA |
|
| Conselho Deliberativo
|
| MANOEL FRANCISCO MOREIRA - AGEF |
| JOSÉ GERALDO RIVELLI |
| MAGALHÃES - SMEF |
| JOSÉ CARLOS RAMOS - APAEF
|
| LUIZ CARLOS SCHNEIDER - APEF |
| EVARISTO DE MOURA TEREZO - APEFAM
|
| JOSÉ SGRANCIO FILHO - ACEF
- ES |
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| Gmelina Arborea, frustada no projeto
Jari. |
Na década de 70 algo unia
a esquerda e a direita brasileira: ambas eram contra o Projeto
Jarí, na Amazônia Brasileira, que previa a produção
de celulose a partir de florestas de gmelinas arbóreas
trazidas da Ásia. O que derrotou, entretanto, o projeto
foi o voluntarismo e até o amadorismo com que foram
tomadas as principais decisões estratégicas,
por exemplo: demorou quinze anos para se descobrir que a gmelina,
na Amazônia, rendia apenas um terço do que rende
o eucalipto em outras regiões do Brasil, para fins
de produção de celulose.
No plano político, enquanto Ernesto Geisel conduzia
com mão-de-ferro a distensão política
rumo à abertura, os engenheiros florestais reunidos
em Vitória – ES – na segunda Assembléia
Geral Extraordinária elegiam nova Diretoria.
|
| Ernesto Geisel, o general da distensão.
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- 1978 - 1982
| Diretoria eleita de Brasília
na Terceira Assembleia Geral Extraordinária
em 01.07.1978. |
| Mandato: 01.07.1978 a 27.10.1980
|
| Presidente |
JOSÉ REINALDO MAFFIA |
| Prim. Vice-Pres. |
ELEAZAR VOLPATO |
| Seg. Vice-Pres. |
OROMAR DARLAN DO PINHO TAVARES |
| Secretário Geral |
VICENTE PONGETORI GIFONI MOURA |
| Prim. Sec. |
JOÃO CARLOS NEDEL |
| Tesoureiro Geral |
FERNANDO CARVALHO DA SILVA |
| Prim. Tes. |
JOSÉ MAURICIO DE SOUZA |
| Conselho Fiscal
|
| Titulares |
|
| PAULO LOPES VIANA |
|
| JOSÉ LUIZ VIVAS |
|
| DELANO CARLOS DE SOUZA |
|
| GALO LEONIDAS TOBAR VILLACIS |
|
| ROBERTO LUIZ CASER |
|
| SERGIO ANTONIO COMASTRI |
|
| MARCELO XAVIER |
|
| CARLOS RIBEIRO DOS SANTOS |
|
| Conselho Deliberativo
|
| JURACY CORDEIRO DA SILVA - APEF |
| CESARIO MASHAO KISE - SMEF |
| THEOPHILO SOARES SOUZA LIMA NETO
-APAEF |
| CIRO PINHEIRO RAMALHO - ACEF (ES)
|
| OROMAR DARLAN DE PINHO TAVARES -
AEFDF |
|
Em 27.10.1980 por ocasião da segunda
reunião do Conselho Deliberativo determinou-se a transferência
da sede da SBEF para Brasília.
| Diretoria com mandato de
27.10.1980 a 11.12.1982 |
| Presidente |
JOSÉ REINALDO MAFFIA |
| Prim. Vice-Pres. |
OROMAR DARLAN DE PINHO TAVARES |
| Seg. Vice-Pres. |
JOSÉ CARLOS NEDEL |
| Secretário Geral |
JOESIO DEOCLESIO PIERIM SIQUEIRA |
| Prim. Sec. |
ANA LUIZA FAGUNDES SALOMÃO |
| Tesoureiro Geral |
MANOEL MOREIRA NETO |
| Prim. Tes. |
SONIA DANTAS |
| Conselho Fiscal
|
| Titulares |
Suplentes |
| OSÉ CEZARIO MENEZES DE BARROS |
JOLDES MUNIZ FERREIRA |
| MARIO CAPP FILHO |
VICENTE PONGETORI GIFONI MOURA |
| LAURO LEAL |
ELEAZAR VOLPATO |
| MARCELO DUNCAN A. GUIMARÃES |
|
| JOSÉ LUIZ VIVAS |
|
| FERNANDO CARVALHO DA SILVA |
|
| JOSÉ AUGUSTO FARIAS SILVA |
|
| |
|
| Conselho Deliberativo
|
| RAIMUNDO AUGUSTO NUNES DA SILVA -
APEFAM |
| LUIZ DA COSTA VIEIRA NETO - ASMEF
|
| ELIZEU DE SOUZA BAENA - APAEF |
| CARLOS ANTONIO DUDA - APEF |
| JOSÉ CARLOS DE CARVALHO -
SMEF |
| JOESIO DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA
- APEF |
| JOSÉ OSCAR BIBAS - APEF |
| GIUSEPPI BERT - APAEF |
| MANOEL DE FREITAS - APAEF |
| SEBASTIÃO DA ROCHA VIEIRA
- ASMEF |
| EDWALDO PEREIRA - APEFAM |
| ARMANDO CARVALHO PINHEIRO - APEFAM
|
| MARCELO DUNCAN ALENCAR GUIMARÃES
- AEFDF |
| JOSÉ BATUIRA DE ASSIS - SMEF
|
| ITALINO BORSATTO - AGEF |
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|
| Na década de 80 as grandes queimadas
na Amazônia causaram repercussão negativa
mundial. |
Junto com o fim do período
militar administrado de forma às vezes melancólica
pelo presidente Figueiredo houve uma corrente de questionamentos
represados. Ao mesmo tempo em se fundavam novas agremiações
políticas, como o Partido dos Trabalhadores, a sociedade
era cada vez mais refratária a políticas de
desenvolvimento a qualquer custo. Ser ecologicamente correto
passou a fazer parte dos hábitos do cidadão
comum. Esta nova mentalidade contribuiu positivamente para
o papel do engenheiro florestal na sociedade brasileira, pois
se para derrubar uma floresta é preciso apenas alguns
“madeireiros”; para conservá-las e transformar
sua exploração numa atividade econômica
sustentável é preciso bem mais. Cresceu assim
a responsabilidade das ciências florestais para o desenvolvimento
do país.
|
| O suspeito de subversão número
12.712 segundo o DOPS paulista. |
|
| |
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- 1982 – 1987
Diretorias da SBEF no período:
| Mandato: |
11.12.1982 a 23.11.1984 |
| Presidente |
JOESIO DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA |
| Prim. Vice-Pres |
JOÃO CARLOS NEDEL |
| Seg. Vioce- Pres. |
JOSÉ CARLOS DE CARVALHO |
| Secretário Geral |
THEOPHILO SOARES LIMA NETTO |
| Prim. Sec, |
PAULO LOPES VIANA |
| Tesoureiro Geral |
FRANCISCO NEVES CARVALHO |
| Prim. Tes. |
WILLI SCHMIDT |
| Conselho Fiscal |
|
| Efetivos |
Suplentes |
| MARCELO XAVIER |
CESARIO MASHAO KISE |
| ANTONIO JOSÉ COSTA |
WILIAM WENDT FARACO |
| FREITAS GUIMARÃES |
HERMES JANUZZI |
| SEBASTIÃO DA ROCHA VIEIRA |
|
| SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO |
|
| ROBERTO SAMANEZ MERCADO |
|
| LAÉRCIO AIRES DOS SANTOS |
|
| FERNANDO RIBEIRO DE MIRANDA |
|
| Conselho Deliberativo
|
| LUIZ CARLOS SCHNEIDER - APEF |
| JOSÉ FRANCISCO GUERRA DA SILVA
- APAEF |
| CARLOS ADOLFO BANTEL -APAEF |
| LUIZ DA COSTA VIEIRA - ASEF |
| ANTONIO JOSÉ DA COSTA FREITAS
GUIMARÃES - APEFAM |
| IVAN DANTAS MESQUITA MARTINS - APEFERJ
|
| LUIZ ERNESTO GRILLO ELESBÃO
- AGEF |
| EMERSON TEIXEIRA - AREF |
| MARCELO XAVIER - AEFDF |
| RANDOLF ZACHOW - AEFA (AM) |
| JOSÉ BATUIRA DE ASSIS - SMEF
|
| JOSÉ CARLOS CARVALHO - SMEF
|
| JAIME ANTONIO UBIALLI - AMEF |
| HERMES JANUZZI - AEFDF |
|
| Mandato |
23.11.1984 a 05.06.1987 |
| Eleição: |
eleita em Brasília pelo Conselho Deliberativo.
|
| Presidente |
CARLOS MARX RIBEIRO CARNEIRO |
| Prim. Vice- Pres. |
PAULO LOPES VIANA |
| Seg. Vice- Pres. |
JOSÉ BATUIRA DE ASSIS |
| Secretário Geral |
PAULO SERGIO DE SOUZA COELHO |
| Prim. Sec. |
LUIZ CARLOS SCHNEIDER |
| Tesoureiro Geral |
HERMES JANUZZI |
| Prim. Tes. |
NEWTON DUQUE ESTRADA BARCELLOS |
| Conselho Fiscal
|
|
| Efetivos |
Suplentes |
| CARLOS ADOLFO BANTEL |
MARIZA TEREZINHA PEREIRA |
| CELIO PAIVA DOS SANTOS FILHO |
JEANINE MARIA FERFILE |
| MARIO DE MATOS MENGARELLI |
CYRO PINHEIRO RAMALHO |
| JOSÉ GERALDO RIVELLI MAGALHÃES
|
|
| FERNANDO DOS SANTOS HERKENHOFF |
|
| LUIZ GOES FILHO |
|
| Conselho Deliberativo
|
| LUIZ CARLOS SCHNEIDER - APEF |
| JOSÉ BATUIRA DE ASSIS - SMEF
|
| ENNIO MARCUS BRANDÃO FONSECA
- SMEF |
| RONALDO DORNELES - AGEF |
| LUCIANO PIZZATO – APEF (PR)
|
| PAULO ROBERTO CORDEIRO - APEF (PR)
|
| SIDNEY CARLOS SABBAG - ASEF |
| ANTONIO CARLOS N. DE OLVEIRA - AEFDF
|
| MARCELO XAVIER - AEFDF |
| PERICLES BAICERE SCHMIDT - AMEF |
| DANIEL NOGUEIRA MCHADO - AREF |
| LAERCIO AIRES DOS SANTOS - AEFAP
|
| JUDENOR FERNANDES FILGUEIRAS - APEF
(PB) |
| RICARDO DA SILVA PEREIRA - APEFERJ
|
| ANTONIO CARLOS FLORES - APEFERJ |
|
Em 25.11.1986 na cidade de Olinda, por
ocasião da Quinta Reunião do Conselho Deliberativo,
tratou-se sobre a transfeência da data das eleições
para a Diretoria da Endidade. |
|
|
| Produção de mudas de espécie
nativa pela empresa responsável pela ferrovia Norte-Sul.
|
Figueiredo vai embora pelos fundos,
Tancredo morre e José Sarney assume. A prioridade nacional
passa a ser uma nova constituição e para isso
se convoca uma assembléia nacional constituinte. A
consciência ecológica continua evoluindo e empresas
amplamente visadas pelos movimentos de preservação
mudam suas táticas, agora contratam profissionais para,
numa espécie de mea culpa ambiental, criarem parques
temáticos naturais e áreas de preservação.
"Parques ecológicos" abundam ao lado de fábricas
de celulose e empresas químicas mudam suas logomarcas,
a maioria adotando o verde como cor preferida. Campanhas de
distribuição de mudas e sementes de árvores
nativas são freqüentes. Propaganda ou não,
a boa imagem e os dividendos, de uma empresa agora também
dependem de sua política ambiental.
|
| Ulysses Guimarães, o presidente
da Assembléia Nacional Constituinte. |
|
| A Ferrovia Norte-Sul em um dos seus trechos
concluídos. |
|
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|
- 1987 - 1993
Em 13.03.1987, em Brasília, ocorreu
a sexta reunião do Conselho Deliberativo, com a aprovação
do quarto estatuto. A novidade maior foi o estabelecimento
de eleições diretas para a Diretoria da SBEF.
Não poderia ser de outra forma, afinal toda uma geração
de estudantes, agora profissionais, havia participado da campanha
das “Diretas Já” para a Presidência
da República e qualquer outra forma de pensar soava
como antidemocrática.
O Conselho Deliberativo presente para tomar esta decisão
foi:
| Conselho Deliberativo
- 1987 |
| SEBASTIÃO DO AMARAL
MACHADO - APEF(PR) |
| JOSÉ FRANCISCO GUERRA
DA SILVA - APAEF |
| JOAQUIM CARLOS GONÇALEZ
-AEFDF |
| RICARDO DA SILVA PEREIRA –
APEFERJ |
|
Na primeira eleição com
voto direto os 718 votantes elegeram Joaquim Carlos Gonçalvez
para presidente.
| Diretoria Executiva |
Mandato: até 03.07.1989 |
| Presidente |
JOAQUIM CARLOS GONÇALEZ |
| Prim. Vice- Pres. |
JOSÉ REINALDO MAFFIA |
| Seg. Vice- Pres |
RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO |
| Secretário Geral |
NEWTON JORDÃO ZERBINI |
| Prim. Secr. |
CESARIO MASHAO KISE |
| Tesoureiro Geral |
ELEAZAR VOLPATO |
| Prim. Tes. |
ANA LUIZA FAGUNDES ELESBÃO |
| Conselho Fiscal |
|
| Efetivo |
Suplentes |
| CARLOS ADOLFO BANTEL |
CARLOS ANTONIO DUDA |
| VITOR CARLOS KANIAK |
PERICLES BAICERE SCHMIDT |
| LUIS CARLOS CARDOSO VALE |
ALCIONE CARVALHO MARIA CAVALCANTI
|
|
Em 1987 a SBEF filia-se a SOCIEDADE
INTERNACIONAL TROPICAL DE ENGENHEIROS FLORESTAIS e 1998 ocorre
a criação da SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIENCIA
E TECNOLOGIA FLORESTAL.
Após o registro de um quinto estatuto,
em 08.03.1989, dão-se novas eleições,
desta vez com um número significativamente menor de
eleitores (237) em relação ao primeiro pleito.
| Diretoria Executiva e Conselho Fiscal
|
mandato de 03.07.1989 a 12.07.1991 |
| Presidente |
ELEAZAR VOLPATO |
| Prim. Vice- Pres. |
RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO |
| Seg. Vice- Pres. |
CARLOS FRANCISCO ROSETT |
| Secretário Geral |
PERICLES BAICERE SCHMIDT |
| Prim. Sec |
MARCELO DUNCAN ALENCAR GUIMARÃES |
| Tesoureiro Geral |
ANA LUISA FAGUNDES SALOMÃO |
| Prim. Tes. |
ADALBERTO DA COSTA MEIRA
FILHO |
| Conselho Fiscal |
|
| Efetivos |
Suplentes |
| RICARDO DA SILVA PEREIRA |
CARLOS ADOLFO BANTEL |
| ROBERTO TUYOSHI HOSOKAWA |
JOSÉ REINALDO MAFFIA |
| JOEL DOS SANTOS GOMES |
RENATO MOREIRA DE FARIA |
|
Em 24.10.1990 ocorre o registro do Sexto
Estauto da Entidade
Diretoria Executiva e
Conselho Fiscal |
mandato de 12.07.1991 a 22.09.1993
|
| eleição : |
25.05.1991 diretas com 311 eleitores |
| Presidente |
LUIZ CARLOS HERDE |
| Prim. Vice Pres |
CARLOS FRANCISCO ROSETTI |
| Seg. Vice Pres. |
DECIO HUNGRIA LOBO |
| Secretário Geral |
JOSÉ REINALDO MAFFIA |
| Prim. Sec. |
PERICLES BAICERE SCHMIDT |
| Tesoureiro Geral |
ROBERTO ALBETINI ILLANA |
| Prim. Tes. |
ELEAZAR VOLPATO |
| Conselho Fiscal
|
| Titulares |
Suplentes |
| SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO |
VIRGILIO MAURICIO VIANA |
| JOSE FRANCISCO GUERRA DA SILVA |
MARCILIO CARON |
| JAIR FERREIRA DA CRUZ |
CARLOS ADOLFO BANTEL |
| Conselho Deliberativo
|
| SERGIO MARCONDES CARDOSO -SMEF |
| HILDEBRANDO DE MIRANDA FLOR - AEFDF
|
| ORENIL DE ANDRADE - AMEF |
| ADEMIR CAMARA LOPES - AEFES |
| EVALDO MUNHOZ BRAS - AAEF |
| ALANA CANDEIA DE MELO - APEF (PB)
|
| BENJAMIN DUARTE - ASEF |
| ERIDES CAMPOS - AEFEG |
|
|
|
|
| Capa de uma das edições
oficiais da Constituição de 1988. |
A nova constituição
com o capítulo VI do Título VIII (Da Ordem Social)
ganha um espaço inteiramente dedicado ao meio ambiente,
sendo a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica
transformadas em patrimônio nacional, conforme §4°
do artigo 225.
|
| Collor de Mello, para muitos um embuste.
|
No final da década de
80 o interesse popular por participação política
estava um pouco arrefecido e no vácuo da falta de debates
sérios “caçadores de marajás”
ganhavam a imprensa. Promessas de “reconstrução
nacional” conquistaram o apoio de uma população,
para a qual, ter uma apenas "leis modernas" não
era o suficiente. Houve a guinada nacional para a nova direita
e Fernando Collor de Mello foi sufragado Presidente da República.
Na área ambiental o país passou pela experiência
de ter um ativista do movimento ambiental, José Lutzemberguer,
elevado a posição de ministro do meio ambiente.
A experiência com Collor
e sua equipe na gestão dos dinheiros públicos
revelou-se um pesadelo: O primeiro presidente eleito pelo
voto direto depois de mais de trinta anos de eleições
indiretas fica preso à teias de acusações
sem fim de corrupção. Acusado até pelo
próprio irmão e eventual sócio, perde
o apoio popular. A jovem democracia brasileira passa por um
duro teste e após mobilização popular
o Congresso afasta Collor, assumindo, seu vice, o Engenheiro
Itamar Franco. |
| |
|
- 1993 - dias atuais
| Diretoria Executiva
e Conselho Fiscal |
mandato de 22.09.1993 a 24.10.1995
|
| Eleição |
16.09.1993 - - Eleições diretas
com 342 eleitores |
| Presidente |
CARLOS FRANCISCO ROSETTI |
| Prim. Vice Pres. |
LUIZ CARLOS HERDE |
| Seg. Vice Pres. |
VITOR CARLOS KANIAK |
| Secretário Geral |
AUGUSTA ROSA GONÇALVES |
| Prim. Sec |
NEWTON JORDÃO ZERBINI |
| Tesoureiro Geral |
ROSANA DE CARVALHO CRISTO MARTINS |
| Prim. Tes. |
ELEAZAR VOLPATO |
| Conselho Fiscal
|
| Titulares |
Suplentes |
ANTONIO CAROS
REBOUÇAS LINS |
DIMAS AGOSTINHO DA
SILVA |
JOESIO
DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA |
ROLF FELIX
JENICHEN GIESELER |
JORGE
FLORENTINO COELHO DE SOUZA |
JOSÉ
REINALDO MAFFIA |
|
| Diretoria Executiva e Conselho
|
mandato de 24.10.1995
a termino não documentado |
| Presidente |
RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO |
| Prim. Vice Pres. |
CARLOS FRANCISCO ROSETTI |
| Seg. Vice Pres. |
SERGIO MARCONDES CARDOSO |
| Secretário Geral |
JOSÉ REINALDO MAFFIA |
| Prim. Sec. |
PERICLES BAICERE SCHMIDT |
| Tesoureiro Geral |
NEWTON JORDÃO ZERBINI |
| Prim. Tes |
JORGE FLORENTINO COELHO DE SOUZA |
| Conselho Fiscal
|
| Titulares |
Suplentes |
| RICARDO DA SILVA PEREIRA |
ELEAZAR VOLPATO |
| ANTONIO CARLOS HUMMEL |
JOESIO DEOCLESIO PIERIN SIQUEIRA
|
| ANTONIO CARLOS REBOUÇAS LINS |
LUIZ CARLOS HERDE |
|
Em 06.09.1996 ocorre o registro do sétimo
estatuto da entidade, não existindo atualmente registro
ou documentação da diretoria de 1997 a 1998,
sabendo entretanto que a mesma foi presidida pelo eng. RAIMUNDO
DEUSDARÁ FILHO.
| Diretoria Executiva e Conselho Fiscal
|
Mandato de 10.10.2000 a 30.08.2002 |
| 10.10.2000 em Brasiia - Homologação
das eleições com 260 eleitores |
| Presidente |
CARLOS ADOLFO BANTEL |
| Prim. Vice Pres |
IVAN DANTAS MESQUITA MARTINS |
| Seg. Vice Pres |
MARCELO AIUB DE MELLO |
| Secretário Geral |
JOSÉ FRANCISCO GUERRA DA SILVA |
| Prim. Sec. |
JOÃO PAULO DE MELLO RODRIGUES SARMENTO
|
| Tesoureiro Geral |
DECIO HUNGRIA LOBO |
| Prim. Tes. |
ANA LUCIA NUNES FIALHO |
| Conselho Fiscal
|
|
| Titulares |
Suplentes |
| CRISTINA GERBER JOÃO |
JOSÉ ROBERTO LEAL DA SILVA |
| SEBASTIÃO DO AMARAL MACHADO |
MARCELO MORES |
| JOSÉ GERALDO MAGEST |
ECIO RODRIGUES |
|
Em 28.08.2002 em Brasilia - Aprovação
do Nono Estatuto
| Conselho Deliberativo
|
| JORGE SILVANO SILVEIRA - SEFARGS
|
| OSVALDO A.R. SANTOS - ASEF
|
| ALVARO GARCIA- AEFES |
| JOSÉ ROBERTO AGUIAR
JORDÃO - APAEF |
| FERNANDO CASTANHEIRA NETO -
AEFDF |
| MARCELO CARVALHO MIRANDA -
APEFEBA |
| LEONARDO OLIVEIRA - SOSEF |
| GILBERTO FERRETTI - ACEF |
| CALOS ALBERTO VANOLLI - APEF
|
| LUIZ CARLOS SÉRVULO
DE AQUINO - APEFERJ |
|
Fato Notável: em 22.11.2002
, computados os votos , houve o comparecimento de 626 eleitores,
o dobro em relação aos números verificados
anteriormente.
| Diretoria Executiva e Conselho Fiscal
|
mandato de 27.11.2002 a 31.05.2006
|
| Presidente |
CARLOS ADOLFO BANTEL |
| Primeiro Vice-Presidente |
GERALDO
JOSÉ DOS SANTOS |
| Seg. Vice Pres. |
ANGELO
RAFAEL GRECO |
| Secretário Geral |
CESAR AUGUSTO GUIMARÃES FINGER |
| Primeiro Secretário |
ERICH GOMES SCHAITZA |
| Tesoureiro Geral |
DECIO HUNGRIA LOBO |
| Primeiro Tesoureiro |
JOEL MAURO MAGALHÃES |
| Conselho Fiscal |
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| Titulares |
Suplentes |
| PERICLES BAICERE SCHMIDT |
DAGOBERTO STEIN DE QUADROS |
| MARY JANE BRANDÃO DE ALMEIDA |
ALESSANDRA LISITA |
| JOSÉ GERALDO MAGEST |
PAULO SERGIO SILVA SOUTO |
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Com Itamar Franco o país
consegue realizar uma das suas metas históricas: o
combate à inflação, no qual os três
governos anteriores haviam fracassado. O plano Real realiza
a estabilização econômica, detendo a inflação,
porém a insistência em manter artificialmente
a paridade dentre o real e o dólar norte-americano
causa sérios prejuízos à agricultura
e indústrias nacionais.
O sucesso do plano real possibilita a eleição
e a reeleição de Fernando Henrique Cardoso,
ministro de Itamar Franco, e agora, "pai do real".
Outro aspecto a considerar é a consolidação
do Mercosul e a posição do Brasil como liderança
setorial independente e às vezes oposta às posições
norte-americanas
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| Itamar Franco e seu sucessor Fernando
Henrique Cardoso. |
Em 2002, FHC, impossibilitado de concorrer
para um terceiro mandato, não logra êxito em
eleger seu candidato e ministro José Serra. O vencedor
é Lula, com uma aliança de partidos de esquerda
e centro, tendo como vice José de Alencar, o empresário
líder do Partido Liberal. A campanha, a transmissão
do cargo e a posse se dão sem maiores sobressaltos
e um sindicalista e um empresário são Presidente
e Vice da República.
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| Presidente Lula e seu vice José
de Alencar. |
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